sábado, 18 de fevereiro de 2017

Tem pertinência

"Que autoridade moral tem a Europa para criticar Trump, se tem os refugiados amontoados e espalhados em tendas, a sofrerem com a falta de tudo, a morrerem de frio e não sabemos se de fome, a suicidarem-se desesperados, a darem à luz nas condições mais desumanas, e se não fossem os voluntários, que pouco melhor vivem do que eles, (mas se querem viver num apartamento, sem nada, com uns colchõezitos no chão, onde dormem, tem de o pagar) não imaginamos como seria. Eles, estes nossos irmãos, são pessoas, porque se fossem animais, já alguém se teria levantado, para reclamar os seus direitos! Porque razão não são assistidos pelo menos com os bens essênciais, e com pessoal capacitado e pago pela UE? Há campos de refugiados, onde tudo é desenrascado, pela caridade de Pessoas com letra maiúscula que, estes sim, não levantam muros, mas constroem pontes, levando amor, carinho e serviço. Quando a água congela nos canos e estes rebentam, são os voluntários quem socorrem. Quando a energia se vai abaixo com a sobre carga, são os voluntários que concertam, etc. É a caridade humana que está a desenrascar aquilo que a UE devia fazer com os fundos europeus existentes para isso. Tanto se luta para se fazer justiça a umas coisas, e está certo, mas porque outras tão importantes tão depressa são esquecidas? Porquê que as televisões não vão fazer uma reportagem a sério para mostrar à UE e ao mundo como eles vivem?"

Encontrei por aí...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Alterações Climáticas

" Para ser sincera, sempre detestei filmes sobre alterações climáticas, porque será que aqueles glaciares a desaparecer e os desesperados ursos polares me fazem querer mudar de canal?"



"A causa não está lá fora, está em nós, na natureza humana; somos ingratos, gananciosos e tacanhos, e, se isto é verdade, não há esperança.
Há uma fase brutal em que a Terra e as pessoas são envenenadas mas depois acaba por dar lugar a céus limpos e a uma vida melhor para todos mas parece que não conseguimos ultrapassar a poluição, só a mudança de sítio.

Por exemplo; o que se verifica na China, é mais um campo de batalha; de um lado painéis solares, do outro, Smog. Este smog vem de fábricas que fazem produtos para a minha casa e para a vossa e agora temos tanta poluição que já não ameaça só a China, ameaça a vida na terra. Se calhar não é o oriente contra o ocidente, se calhar somos todos contra a lógica da dominação e o crescimento a todo o custo. O capitalismo contra o clima.
Nos últimos 40 anos, andamos a promover um modelo de capitalismo selvagem. Vêmo-lo à nossa volta, estamos encharcados nelas, as cooperações estão desreguladas e à solta para flagelar a terra em busca dos trabalhadores mais baratos e do ar mais poluído.


Os governos definham, a classe média dissolve-se e os lucros disparam.
Na Alemanha, o governo interveio com mão pesada, gastaram milhões para que se construíssem imensas centrais eólicas e painéis solares por todo o país. O resultado foi uma das transições energéticas mais rápidas do mundo. Hoje em dia 30% da electricidade do país vem das energias renováveis. As emissões estão a descer e o desemprego a baixar, foram criados 400mil empregos. As renováveis tiveram um sucesso aqui incomparável no mundo inteiro. O governo alemão ainda promove políticas de austeridade poluentes, tanto a nível doméstico, como a nível internacional.
Esta alteração teve uma causa muito diferente; as pessoas não esperaram por um líder, fizeram por si próprias; 1º lutaram contra a energia nuclear, quando a maré mudou, elas lutaram pelas alternativas e no processo desencadearam uma verdadeira mudança no equilíbrio do poder. Centenas de cidades e vilas recuperaram a gestão da rede eléctrica de empresas privadas e gerem-nas elas próprias, muitas vezes como cooperativas democráticas. Quando vejo isto, pergunto-me; o que quer isto dizer para o resto do mundo?

Como é que todos podemos trazer até nós esta revolução energética?

Passei 6 anos a vaguear pelos destroços causados por esta fantasia com 400 anos, a de que poderíamos tratar a natureza como a nossa máquina. Mas começo a ver outra história a germinar, a começar pela premissa bem diferente e que surge no sítio mais improvável de todos. O impacto ambiental do desenvolvimento de areias betuminosas é bárbaro, se somassem dois mais dois, sentiam-se directamente responsáveis por afectar a saúde das outras pessoas que vêm depois. Não apoio o encerramento das areias betuminosas para amanhã, nem pensar, tenho demasiados amigos, cujas famílias dependem deste recurso. É que a indústria das renováveis iria empregar os mesmos trabalhadores que estão nas areias betuminosas. Com o dinheiro que se faz ali, podemos construir eólicas, podemos ter energia solar onde fizer sentido. Não há razão nenhuma para não fazer a transição. Precisamos de entrar em acção rapidamente enquanto sociedade e não temos tempo para estar calados. Por todo o mundo, as pessoas não se limitam a escrever aos políticos pedindo-lhes educadamente que tomem a atitude correcta. Estão a tomar acções directas, estão a exigi-las, nós estamos num buraco e antes que alguma coisa nova possa crescer, temos de parar de cavar. Há medidas que as plataformas de perfuração se espalha pela terra, o mesmo acontece às comunidades de população ligadas a quem nelas trabalha. Abrem-se novos trilhos metálicos de energia suja.


“Caso este oleoduto avance, o nosso governo vai contribuir mais para a violação e pilhagem das terras dos meus antepassados e depois vão prometer devolver-nos o que nunca sequer foi deles. Não se deixem enganar pela sua ideologia do que é a recuperação das terras. A recuperação é eu estar aqui com 99%, estamos aqui hoje para declarar que nunca fomos a lado nenhum e que não tencionamos ir.

Quando vemos comunidades atiradas para a linha de fogo porque uma questão ambiental ou política ou económica lhes é imposta, vemos a incrível transformação que se dá. Elas tornam-se mais fortes, erguem-se e nós pensamos – Não é incrível?! Não é esta sociedade que nós queremos?”

Uma confissão final, já estive em mais convenções sobre o clima do que aquelas que consigo contar mas e os ursos polares? Ainda não me convencem! Desejo-lhes tudo de bom! Mas se aprendi alguma coisa, foi que travar as alterações climáticas não é bem por causa deles, é por causa de nós. Somos egoístas, gananciosos, tacanhos e o que nós podemos ser, capazes de cuidar da terra e uns dos outros e que no futuro, a longo prazo já não é só um problema de índios, e esse é o aspecto positivo, quando estão a começar a perceber que beber água e respirar ar, isto diz-te respeito também.


Temos de parar de fingir que conseguimos controlar a natureza e começar a agir como sendo parte da natureza.
  

sábado, 7 de janeiro de 2017

Alinhavo sobre o joelho


Bullying ou crime?

Não posso deixar passar em branco uma situação que assisti ontem no telejornal, como muitos outros espectadores, um jovem a ser BRUTALMENTE agredido! CHOCOU- ME! Mexeu muito comigo! Acredito que aquela mãe se sinta incomodada e deva agir! E o rapaz ficará com traumas para toda a vida! Além das físicas, as emocionais. Sinto-me REVOLTADA! Por este jovem e por todos aqueles que sofrem na pele; perseguição, estigmatização, marginalização… etc. A razão? Por causa de uma namorada?! E o jovem é espancado quase até à morte?! O que é isto?! Uma aberração de jovens completamente tresloucados que ainda são capazes de incitar e filmar a cena?! Um bando de criminosos, é o que são!
Hoje há demasiada violência; nas famílias; nunca se assistiu a nada semelhante! Casamentos desfeitos, mal termina a paixão, e fazem-se filhos de cada relação que se tem. E não há paciência para educar, é muita falta de responsabilidade! São notícias de pais a matarem filhos, mães a matarem filhos, maridos ou companheiros a esmurrarem esposas até culminar na morte! Depois, nas escolas, dentro das salas de aula; são evidentes os conflitos verbais e às vezes, ocorrências de quase pugilismo; acusações mútuas, o enxovalhar gratuito, o tom agressivo com que se tratam! Até nas brincadeiras isso é notório! Como se não bastasse, surgem essa panóplia de jogos, muito violentos, uns mais que outros, de qualquer forma, especialmente os de combate, nem deviam circular! A televisão, meio de comunicação muito visualizado, transmite filmes de guerra, telenovelas em que há cenas de violência verbal, física e até assassinatos( coisa que não sucedia em tão grande escala, agora tornou-se habitual). A Internet é o que se sabe, os pais não controlam o que os filhos vêm. Tanto, que acabam por ser presa fácil até de vídeos do auto proclamado Estado Islâmico. Tudo o que é LIXO fica demasiado acessível e INCITA à VIOLÊNCIA!

Isto tem de mudar! Ou se tomam medidas a sério ou vamos continuar a assistir a mais cenas destas, degradantes e aterrorizadoras! Pense que pode acontecer com o seu filho! Não pense que só sucede aos filhos dos outros! E, por outro lado, pense, se quer ter um filho, perigoso, com cadastro para a vida toda? Um criminoso? Em quem não confia? 

domingo, 1 de janeiro de 2017

"O que é que eu desejo para 2017?"


" Desejo que a minha família e as pessoas que eu conheço e as que eu não conheço  tenham saúde, principalmente mental, que é o que nos falta a todos, acho eu. Que a sanidade seja cada vez maior para enfrentar tudo o que aí vem. Não só no nosso país, mas no mundo inteiro e que cada vez mais se possa dar mais, muito mais, porque quando damos mais, também recebemos mais. Eu gostava mesmo que o próximo ano fosse um ano em que o mundo tivesse melhor…e que toda a gente percebesse, que se calhar, o caminho por onde estamos a ir, não resulta, portanto, mais vale mudar de via, nos unirmos para ver se alguma coisa de extraordinário acontece. Óptimo 2017! “  

ML no VP 

Nina Simone. Tomorrow is my turn. (Subtitulado español)

domingo, 18 de dezembro de 2016

Era uma vez…um infante


Foste a visão mais inesperada que me aconteceu;
sorriso aberto
sol cheio
olhos de lua abundantemente rendilhada
lábios de flor em botão;
sem perder de vista os inesquecíveis caracóis;
fios em cachos apetecíveis;
tremeluziam
na fuga de mim …
em suaves brincadeiras
Tu a escapares em risadinhas
e eu fingir que não te alcançava…
Foram primaveras douradas
copiosas de Bom Humor e Amor Verdadeiro
E, quanto te cansavas
aninhavas-te ao meu colo
e eu aconchegava-te em braços de mãe amiga
a estimar  teu belo rosto de criança
a velar deslumbrada  teu segredo de menino.
PN

18/ Dez/ 2016

Nota: Um FELIZ NATAL a todos os que por aqui passam...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

AEVP – Associação das Empresas de Vinho do Porto - 30seg TV




Reflictam comigo, façam o paralelo com a nossa vida e talvez vão encontrar mais semelhanças do que aparentemente parece conter...