segunda-feira, 16 de junho de 2008

Um fim de tarde

A tarde rompe silenciosa
curvada, recolhida e sensata
Ausente deixa-se cair
e penosa canta baixinho uma serenata.
Não posso calar a mágoa
que no peito trago a arfar.
Sinto labaredas a fluir
O cabelo a incendiar
mesmo debaixo de água.

Publicado em 91

1 comentário:

O2 disse...

:) tenho que te ser sincera, o poema anterior n é muito o meu género, tb seria estranho gostar de todos,..., contudo este está uma delicia, adoro agua (repara q me deixei de interpretações! fico-me pelo comentário pequenino e timido...)
:)
I3E i J O