terça-feira, 8 de julho de 2008

Homens mortos com balas

São vidros partidos
pedaços de sóis
que se quebram em vagas
já sem sentidos

Rostos dispersos pelo chão
em dobras de grande tensão
fazem cair lágrimas de solidão
e expiram na selva da profanação

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1 comentário:

O2 disse...

a guerra e os homens, os homens e a guerra... e depois os poetas, que fazem da gerra poesia, e rimam com ela!

como sabes o que gosto mesmo é de escrever, e as vezes poesia, nunca fui é de rimar, tenho uma relação problematica com rimas, gosto mesmo é da falta de rima, eheheh sou do contra!

besos