sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Quase Inexplicável...

A SENSAÇÃO TRANSPARENTE
DE UM DIA LÚCIDO
AZUL CIANO
A PUREZA TÉNUE DAS SOMBRAS
O MORNO SABOR
PALIATIVO
ADOCICANDO A MINHA BOCA FRIA
HORAS DE DESERTO
SEM NOME, SEM O TEU NOME
UM DOMINGO SEM PASSEIO
DE MÃOS DADAS
NAS TUAS
A LISURA DA TUA PELE
A DISTÂNCIA INFINITA
QUE PERCORRE
O MEU ACREDITAR
A DOCE CARÍCIA
E A LÁGRIMA SOLTA
UM AFAGAR QUE MORA
LASCIVO
NA NASCENTE DA TUA VOZ
UM FRUTO QUE SÓ APETECE DEVORAR...

4 comentários:

Sereia disse...

Bom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Vim aqui apreciar mais um poema...
Muito lindo!!!
Um beijo grande e um lindo dia

Parapeito disse...

menina....Gostei :))
cada palavra um sentir...que apetece saborear devagarinho.
Uma semana cheia de belos sabores****

Nilson Barcelli disse...

Genial, querida amiga.
Aprecio a tua criatividade poética.
Mas os frutos que só apetece devorar... são explicáveis...
Boa semana para ti.
Beijos.

AnaMar (pseudónimo) disse...

A sensação de que te adivinho mesmo antes de terminar de ler.
Há sensações assim de dias de pele afagadas pelas lágrimas sem voz, quando nos apetecem carícias e frutos proibidos.
Um beijo