Saudade de vc amiga... Estou meio ausente pois devido as provas da faculdade o meu tempo está bem escasso... Volto com mais tempo ok. Bjsssssssssssssssssssssss
Não percebi se foste a autora ou não. De qualquer modo, como estou quase sem tempo, venho ler depois. Mas gostava de ter a certeza de que foste tu que escreveste o texto. Beijos.
SIM,NILSON FUI EU QUE ESCREVI O TEXTO ,CASO CONTRÁRIO CITARIA A FONTE. JAMAIS ME ATREVIA A PUBLICAR QUALQUER COISA EM MEU NOME SE FOSSE DE OUTRA PESSOA. POR ACASO CONSTA LÁ NO CABEÇALHO EU É QUE APAGUEI. GOSTARIA QUE VOLTASSES E SERIA IMPORTANTE RECEBER UMA CRÍTICA TUA.MAS ESTÁS SEMPRE À VONTADE PARA FAZER QUALQUER PERGUNTA. O CONVITE ESTENDE-SE TAMBÉM A TI SEREIA ...EU SEI O QUE É FALTA DE TEMPO...A LUTA PARA COLOCAR TUDO EM DIA...ENFIM...FAZ-SE O QUE SE PODE...
Uma estrada feita em mar caminho ornamento, não de flores mas um tapete de algas onde passeavam os sonhos da menina dos cachos dourados o sino que ouvia era do ancorado navio da felicidade infinita. miúda adormecida em conto refugiava-se sobre a crença católica Adulta, reconfortou-se na compreensão das leis naturais traduzida na confraternização a todos que por ela buscavam seu carinho a mansão mas bela da cidade era a sua seu endereço O Coração pois nele ainda havia Dois pedacinhos de mar agora molhados foi tempo
Por onde anda esta criança... Pois o pedacinho ainda existe
Um belo formato de contemporaneidade na arte lincando categorias distintas, harmonia redonda. para qualquer duvida que possa haver, artista com certeza
Voltei para ler. Gostei da história e, principalmente da narrativa do teu conto. É agradável de ler e, apesar da relativa simplicidade do enredo, a leitura vai-se tornando apelativa à medida que a acção decorre. Escreveste-o há 17 anos. Pelo que já li da tua escrita mais recente, tenho a ideia que se este conto fosse escrito agora teria sido diferente. Não no conteúdo, mas na forma. Seria uma prosa menos clássica. Mas nem tenho a certeza... Resumindo, gostei imenso e acho que tens balanço para o romance.
PS: no primeiro capítulo, a coluna do meio não está completa na sua parte final. Mas o que falta deve ser tão pouco que nem prejudica a compreensão do parágrafo seguinte.
OBRIGADA PELA CRÍTICA...EU SOU APENAS UMA APRENDIZ...SEREI SEMPRE...ASSUMO SEM PROBLEMAS
FOI UM PRAZER OUTONO...SÓ QUE TU ÉS DE OUTRO CALIBRE...OUTRO QUILATE TU FAZES-ME LEMBRAR OS CONTOS DE SOFIA DE MELLO...O VELHO DA PRAIA...E POR FAVOR SEM QUE ISSO TE MELINDRE...VEJO-TE COMO UM HOMEM VIVIDO, EXPERIENTE...
ANA ,O TUA PRODIGALIDADE DE PALAVRAS POÉTICAS ...TÃO GENEROSA
EU PEQUENA,RESTA-ME AGRADECER A SINCERIDADE DE TODOS, QUE RECEBO COM AMOR DE AMIGA
Li e gostei da maneira como passas para o papel a história. Interessante, também, a maneira como colocaste a história no blog, folhas de jornal. Beijinhos
Saudade de vc amiga...
ResponderEliminarEstou meio ausente pois devido as provas da faculdade o meu tempo está bem escasso...
Volto com mais tempo ok.
Bjsssssssssssssssssssssss
Não percebi se foste a autora ou não.
ResponderEliminarDe qualquer modo, como estou quase sem tempo, venho ler depois.
Mas gostava de ter a certeza de que foste tu que escreveste o texto.
Beijos.
SIM,NILSON FUI EU QUE ESCREVI O TEXTO ,CASO CONTRÁRIO CITARIA A FONTE. JAMAIS ME ATREVIA A PUBLICAR QUALQUER COISA EM MEU NOME SE FOSSE DE OUTRA PESSOA. POR ACASO CONSTA LÁ NO CABEÇALHO EU É QUE APAGUEI.
ResponderEliminarGOSTARIA QUE VOLTASSES E SERIA IMPORTANTE RECEBER UMA CRÍTICA TUA.MAS ESTÁS SEMPRE À VONTADE PARA FAZER QUALQUER PERGUNTA.
O CONVITE ESTENDE-SE TAMBÉM A TI SEREIA ...EU SEI O QUE É FALTA DE TEMPO...A LUTA PARA COLOCAR TUDO EM DIA...ENFIM...FAZ-SE O QUE SE PODE...
BEIJOS SEMPRE AMIGOS
Quem me dera tempo para publicar...
ResponderEliminarAmiga...li e sinto isso mesmo, promessa cumprida. Aliás própria da tua frontalidade.
Parabéns!
Uma estrada feita em mar
ResponderEliminarcaminho ornamento, não de flores
mas um tapete de algas
onde passeavam os sonhos da menina
dos cachos dourados
o sino que ouvia era do ancorado navio
da felicidade infinita.
miúda adormecida em conto
refugiava-se sobre a crença católica
Adulta, reconfortou-se na compreensão
das leis naturais
traduzida na confraternização
a todos que por ela buscavam seu carinho
a mansão mas bela da cidade era a sua
seu endereço
O Coração
pois nele ainda havia
Dois pedacinhos de mar
agora molhados
foi tempo
Por onde anda esta criança...
Pois o pedacinho ainda existe
Um belo formato de contemporaneidade na arte
lincando categorias distintas, harmonia redonda.
para qualquer duvida que possa haver, artista com certeza
Bjkas Roca
p.s desculpa me estender taaanto.
Voltei para ler.
ResponderEliminarGostei da história e, principalmente da narrativa do teu conto.
É agradável de ler e, apesar da relativa simplicidade do enredo, a leitura vai-se tornando apelativa à medida que a acção decorre.
Escreveste-o há 17 anos. Pelo que já li da tua escrita mais recente, tenho a ideia que se este conto fosse escrito agora teria sido diferente. Não no conteúdo, mas na forma. Seria uma prosa menos clássica. Mas nem tenho a certeza...
Resumindo, gostei imenso e acho que tens balanço para o romance.
PS: no primeiro capítulo, a coluna do meio não está completa na sua parte final. Mas o que falta deve ser tão pouco que nem prejudica a compreensão do parágrafo seguinte.
Querida amiga, um beijo.
TENS RAZÃO NILSON,A FORMA TERIA SIDO OUTRA.
ResponderEliminarOBRIGADA PELA CRÍTICA...EU SOU APENAS UMA APRENDIZ...SEREI SEMPRE...ASSUMO SEM PROBLEMAS
FOI UM PRAZER OUTONO...SÓ QUE TU ÉS DE OUTRO CALIBRE...OUTRO QUILATE
TU FAZES-ME LEMBRAR OS CONTOS DE SOFIA DE MELLO...O VELHO DA PRAIA...E POR FAVOR SEM QUE ISSO TE MELINDRE...VEJO-TE COMO UM HOMEM VIVIDO, EXPERIENTE...
ANA ,O TUA PRODIGALIDADE DE PALAVRAS POÉTICAS ...TÃO GENEROSA
EU PEQUENA,RESTA-ME AGRADECER A SINCERIDADE DE TODOS, QUE RECEBO COM AMOR DE AMIGA
Li e gostei da maneira como passas para o papel a história. Interessante, também, a maneira como colocaste a história no blog, folhas de jornal.
ResponderEliminarBeijinhos