…
Ave que desliza
Nua no céu
Penedo mudo
Submisso ao véu
.
Mastro erguido
Pena que bóia
Peito sentido
Vento aturdido
.
Água estagnada
Passiva …regrada
Olhos sedentos
Maresia enamorada
.
Frio da manhã
Chamo por ti…
Toalha de linho
Bordada sem fim
.
Grito sem voz
Gemido sem cor
Dor atroz
Assobio de pastor
Ave que desliza
Nua no céu
Penedo mudo
Submisso ao véu
.
Mastro erguido
Pena que bóia
Peito sentido
Vento aturdido
.
Água estagnada
Passiva …regrada
Olhos sedentos
Maresia enamorada
.
Frio da manhã
Chamo por ti…
Toalha de linho
Bordada sem fim
.
Grito sem voz
Gemido sem cor
Dor atroz
Assobio de pastor
Belíssima participação!
ResponderEliminarSua poesia é tocante!
Um abraço carinhoso
Mais um poema lindo, Uma óptima participação em que a natureza está em silêncio.
ResponderEliminarBeijinhos
às vezes acordamos e é isso mesmo que ouvimos...
ResponderEliminarGostei.
Beijinho**
Bonito jogo de palavras. ;)
ResponderEliminar*
Como sempre, lindo!!!
ResponderEliminarBj para a madeirense preferida!
Um beijo
ResponderEliminarpelas palavras sempre emocionantes.
Ana
Belíssimo poema! Fez-me viajar em cada verso em estado de contemplação da natureza! É muito bom o que nos proporciona! =*
ResponderEliminarObrigada por tua presença, pelo carinho da tua amizade, por segurar a minha mão.
Jesus te abençõe!
Um grande beijo em seu coração! =*****
Que perfeição!
ResponderEliminarVersos bordados com suavidade e lirismo nessa manhã, nesse silêncio submerso em todos os silêncios...
Sorriso de Paz, amiga!!!
Na Fábrica não vai ser esquecida a tua participação.
ResponderEliminarTenho a certeza disso.
Saudações
Suave, sucinto e ritmado...
ResponderEliminar*
que delicia de poema
ResponderEliminarbeijo ternura!!