O pano acende
O palco sobe
As luzes pagam
Os pássaros sorridentes
sobem às alturas….
Há voos …
Acrobáticos:
Rasantes
Triplos
Rotativos
Giratórios
Verticais
Horizontais
Oblíquos
Palhaços Cambaleantes…dançantes
A respiração suspende…
Os olhos vidrados
Seguem os movimentos
Hilariantes
Os tropeções ondulantes
Os saltos gigantes
Mortais…
O palco desce
O pano apaga
Os pássaros travam a bebedeira...
Curvam-se numa vénia
Desmedida…
O silêncio desfaz a chuva de palmas…
Palhaços Cambaleantes…dançantes
A respiração suspende…
Os olhos vidrados
Seguem os movimentos
Hilariantes
Os tropeções ondulantes
Os saltos gigantes
Mortais…
O palco desce
O pano apaga
Os pássaros travam a bebedeira...
Curvam-se numa vénia
Desmedida…
O silêncio desfaz a chuva de palmas…
Na coxia
ResponderEliminarToda gente é meio pássaro
Todo pássaro é meio palhaço
Porem
nem toda lona é circo
Mas todo o circo
há palhaço,
pra distrair o cansaço
da ribalta que é a vida.
Vie au cirque
Vie à toi
Rochesnues
Bjinhos
Lindo este poema.
ResponderEliminarTeatro da vida e vida vivida em voos acrobáticos.
O silêncio que se curva em humilde bebedeira e os pássaros que regressam nos assobios das palmas.
Parabéns
A vida de uma mulher é sempre uma secessão de voos, não é?
ResponderEliminarBj para ti
ANA POR QUALQUER RAZÃO NÃO CONSIGO ENTRAR NO TEU BLOGUE...JÁ TENTEI E NÃO HÁ FORMA...
ResponderEliminarBJ
que maravilha.
ResponderEliminarno circo
da vida
sou palhaço
adoro este poema
beijos!!!
vôos acrobáticos no circo da vida!
ResponderEliminarGostei bastante deste poema!
beijinho**
Chuva de palmas merece este teu poema.
ResponderEliminarMagnífico, querida amiga.
Um beijo triplo...
Provavelmente nasce um novo dia!
ResponderEliminarAproveite bastante o fim de semana!
Beijos com meu carinho