sábado, 5 de setembro de 2015

COMO O DINHEIRO NOS TRANSFORMA ( leia o restante do artigo como comentário)










Os cientistas já sabem por que razão gostamos tanto do “vil metal”. O “vil metal” que nos torna irracionais
LOUCOS PELA MASSA ; A ânsia de possuir dinheiro causa todo o género de problemas, mas também representa aquilo de mais parecido com a felicidade que podemos palpar. Não é de estranhar que se tenha tornado, segundo os psicólogos, uma das principais causas de perturbações e doenças mentais.
O QUE O DINHEIRO NOS FAZ….Alguns neuroeconomistas acreditam que receber uma grande quantia de dinheiro tem efeitos biológicos visíveis no organismo.
GANHAR UMA BOA SOMA FAZ DISPARAR AS HORMONAS.
UMA DROGA. O caso da “ economia do comportamento”, uma disciplina que já deu vários prémios Nobel, como Daniel Kahneman. O investigador mediu a actividade do cérebro em pessoas que participavam num jogo de apostas e verificou que o dinheiro desencadeava a mesma actividade cerebral de um sabor agradável ou uma droga viciante.
O dinheiro activa as áreas cerebrais relacionadas com o prazer.
Tão bom como uma ópera preferida ou um chocolate .
O DINHEIRO TORNA-NOS AGRADECIDOS
Os incentivos económicos podem AMEAÇAR a solidariedade.

Nota: A continuação do artigo encontra-se no meu comentário... agradecia que o lessem, parece que a censura chegou aqui, como se eu estivesse a escrever algo inédito, foi retirado de uma revista, onde todos podem ler ....enfim, peço desculpa pelo transtorno!  

PN

5 comentários:

Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde, Amiga! um outro dia ouvi um gestor bancário dizer o seguinte, " não sejamos hipócritas, é inegável que nada existe de mais importante que o dinheiro" mediante esta afirmação deste fulano representante da direita portuguesa, que ilação podemos tirar? será que a vida humana não é mais importante?.
Abracito Algarvio
AG

António Jesus Batalha disse...

Estou alegre por encontrar blogs como o seu, ao ler algumas coisas,
reparei que tem aqui um bom blog, feito com carinho.Posso dizer que gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns, decerto que virei aqui mais vezes.
Sou António Batalha.
Que lhe deseja muitas felicidade e saúde em toda a sua casa.
PS.Se desejar visite O Peregrino E Servo, e se o desejar siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.
http://peregrinoeservoantoniobatalha.blogspot.pt/

Pedrasnuas disse...

A doença dos mais que ricos:

O que têm em comum os Rolling Stones , Karl Lagerfeid ou Paris Hilton ? São todos ricos, famosos e… luxorécticos ! Foi o diário londrino The Sunday Times que inventou a palavra “luxorexia”, para definir uma doença que consiste em viver com a obsessão pelo luxo absoluto.
Os luxorécticos costumam ser pessoas que precisam sempre de alguém para lhes fazer as tarefas quotidianas. Aquilo que constitui um verdadeiro luxo para o cidadão comum representa, para eles, uma necessidade.
Assim, para um destes “doentes”, ter na casa de banho, por exemplo, um frigorífico para manter os produtos de beleza à temperatura ideal pode parecer indispensável ao seu bem estar. Além disso, não contentes com os seus caprichos, acham importante mostrá-los aos restantes mortais. A lista de famosos que “sofrem” de luxorexia é vasta. Por exemplo, Paris Hilton comprou um lote ao lado do túmulo de Marilyn Monroe para enterrar a sua cabra de estimação, e diz-se que está a preparar o seu próprio reality show naquele espaço. Se é verdade que o dinheiro não dá felicidade, pode trazer muita paranóia. Coitados!
A feroz Compra e venda de acções na Bolsa segue padrões semelhantes aos de um sismo

A Maior fonte de alegrias e de Insatisfações
A história do dinheiro está cheia de episódios incompreensíveis, pormenores sem sentido, delírios e loucura. É uma fonte de brigas familiares, ódios e traições, embora ofereça, por vezes, segurança, liberdade, comodidade.
“O dinheiro não dá felicidade, mas proporciona uma sensação tão parecida que é preciso um grande especialista para descobrir a diferença”, diz Woody Allen. Para os psicólogos, o dinheiro representa, sem dúvida, uma fonte inesgotável de trabalho. Afirmam que existe, actualmente, mais insanidade e doenças associadas ao dinheiro do que ao sexo ou a qualquer outra componente mental.
O filósofo Fernando Savater resume assim a complexa relação entre o dinheiro e as pessoas:
“ A condição do dinheiro é singular entre todos os produtos culturais; quantos testemunhos o referem ao longo dos séculos e o caracterizam, simultaneamente, como o mais apreciado e como o mais desprezado? Os homens não se cansam de desejá-lo, nem os moralistas de o injuriar.”
Z.M.

Nota: Nada do que está escrito é da minha autoria mas responsabilizo-me pelo artigo.
Atenção( registei apenas aquilo que no meu entender esclarece o leitor amigo)
Fonte do artigo: Revista Super Interessante
Imagens do próprio artigo e posteriormente fotografadas por mim.
PN

Manuel Luis disse...

Como gosto de ler o que escreves!
O único luxo que tenho, és tu!
Bj de luxo com carinho.

Manuel Luis disse...

Li este texto na revista S.I. Obrigado pela tua atenção. Tenho visto noutros blogues textos do mesmo género. Os comentários são renhidos e muito polémicos. Assunto delicado que merece atenção.
Bj