Sua excelência instalado em seu trono
recusa-se a enxergar
julga-se o santo patrono
e deixa o ensino a baloiçar
Apelidou os pupilos de "burros"
a todos inferiorizou
O velhaco está perdido...
As nossas esperanças matou
de hipocrisia e cinismo
O paranóico ainda nos quer cegar!
É que esta juentude
aprendeu a diferenciar
crocodilos rosa e rinocerontes roxos
E NÃO SE ENGANOU!
É o protesto da nova mocidade
com o coração cheio de ansiedade
O filho de sua majestade já coroado
sente-se ferido pelos fedelhos
na sua superioridade
E deambula pelos corredores
em ruínas deste opulento palácio
Faz-se acompanhar de um fidalgo de categoria igual
Sinais visíveis que os tempos alteraram
Esperamos um vendaval
em estado de ebulição
A explosão vai arrasar!
A culpa é de sua majestade
que não sabe ser gente
Nós só queremos dialogar
O príncipe pouco valente
tenta a salvação
através de processos duvidosos
Na sua lábia espevitada não pede perdão
Tornando a nossa reivindicação
num acto dificultoso
O que pesa sobre os nossos ombros é pura tirania
A solução é um acto de rebeldia!
O soberano não permite conquistar
e só notas de pequenez nos quer dar
Ilude-nos com falsas verdades
promete mundos e fundos
até safiras
Na estética explica os valores naturais
não esquece os morais e sociais
Ludibriados caímos nas areias movediças
As plavras de sua majestade
castram a nossa criatividade como pinças
Este sistema grassa de vícios
e as escadas transformadas em precipícios...
Public.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Delírio
No negrume da noite escura... a sereia
surgiu misteriosamente no povoado
Cheia de vigor sacudiu a areia
e um pescador caiu prostrado
Num linguajar desconexo saiu o vocábulo "fome"
O pobre homem ignorava que questionar
Muito atabalhoado pronunciou seu nome
E a cauda da sereia quis beijar
Seus olhos incendiram-se de inocentes
e dominado por uma forte atracção
em verso traduziu promessas afogadas no coraçao.
Finda a ilusão estrangulou a mágoa...
Do rosto consumido tombou uma gota d'água
Public
surgiu misteriosamente no povoado
Cheia de vigor sacudiu a areia
e um pescador caiu prostrado
Num linguajar desconexo saiu o vocábulo "fome"
O pobre homem ignorava que questionar
Muito atabalhoado pronunciou seu nome
E a cauda da sereia quis beijar
Seus olhos incendiram-se de inocentes
e dominado por uma forte atracção
em verso traduziu promessas afogadas no coraçao.
Finda a ilusão estrangulou a mágoa...
Do rosto consumido tombou uma gota d'água
Public
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
A utopia de um paraíso
A batuta do pardal
acende a manhã
O sol abre-se em gotas
cristalinas
A seara cresce ondulante
O mar aquece
as ondas serenas,calmas...firmes
As fadas voluteiam
numa orgia de cores
As serras descem azuladas
e vão morar nos sonhos
das gaivotas .
Ninguém sabe o que são prisões
E acredita-se que neste paraíso
a natureza é verdadeiramente Livre.
Publi.
acende a manhã
O sol abre-se em gotas
cristalinas
A seara cresce ondulante
O mar aquece
as ondas serenas,calmas...firmes
As fadas voluteiam
numa orgia de cores
As serras descem azuladas
e vão morar nos sonhos
das gaivotas .
Ninguém sabe o que são prisões
E acredita-se que neste paraíso
a natureza é verdadeiramente Livre.
Publi.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Aos idealistas
São homens e mulheres
Milionários
Desafiam
o convencional
Envolvem-se em ideais.
Projectos
Semeiam a esperança
Edificam a História
Comprometem-se
Derramam sangue
Perdem a vida
Persistem ...
Insuflam o peito
Vão mais longe
Partem ...
Obra inacabada
Outros chegam
Eternizam o feito e a memória
Agora é modelo perfeito
Criação...
Novos caminhos
Floresta por desbravar
Avião
Fax
Televisão
Transmutação dos tempos
O futuro já se fez
A pressa de chegar?
Nada é igual
Breve passagem
O tempo acabou
A existência
um sopro de vento
Bethoven
Schubert
Vivaldi
sôfregos de Paixão
Momentos essenciais
Ou folhear azedo um jornal
ler as páginas desportivas
Dormir para esquecer
Ver tv para não pensar
Crise existencial
Era do vazio
O inexplicável abafa, submerge
Perda de objectivos
Morte anunciada
Flor murcha
O valor de um Ideal?
Subtracção
Deus carece de boca ,olhos ,mãos
apela à Justiça
Espera que entregues
O poderoso
O tirano
O traidor
Como "Guerreiro vanguardista"
defende
A Lei do Amor e do Perdão
Jesus foi um grande Idealista
O maior sonhador de todos os tempos
publicado
sábado, 18 de outubro de 2008
Pensamento
A morte é a semente da metamorfose.
É imprescindível que o corpo pereça
para fazer surgir uma nova forma de vida.
Public
É imprescindível que o corpo pereça
para fazer surgir uma nova forma de vida.
Public
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