terça-feira, 2 de setembro de 2014

Pare para Ouvir, Ver e Meditar

Livre Pensamento- Episódio 8 - RTP Play - RTP

www.rtp.pt
Maria do Rosário Vieira

Assista porque a Pedagoga coloca o dedo na ferida sem dó nem piedade. Fiquei encantada por saber que  afinal não estou só.

domingo, 17 de agosto de 2014

Daniela e o poeta


Sentou-se à secretária;
Gestos indolentes
folhearam o caderno de notas
Caligrafia quase ilegível
imperceptível
meio apagada
No percurso, alguma nota esborratada
outra rabiscada
ou levada pelo entusiasmo; rasurada.
Dedos curtos, níveos, papudos
Sólidos,
cegos tactearam as imediações…
ergueu o bloco.
Estalinho da língua no céu da boca
denunciou certa impaciência…
Levantou-se,
 analisou pormenorizadamente  cada canto do santuário,
as mãos semiabertas baixaram e tactearam os bolsos do casaco;
regozijou-se
A caneta; o achado da tarde.
Tranquilizou-se de novo e retomou a tarefa costumeira;
deixar correr a tinta sobre uma folha de mar….e nuvens a cavalgar
Embrenhou-se na floresta dos  vocábulos; ora densos , ora diáfanos… encharcados, húmidos, secos, tísicos…
Parou desnorteado;
borboletas saltavam
do prédio em frente e vinham ter com ele.
Algumas, laços brancos, outras, lenços a acenar…
Saltitantes, frescas, escamadas, azuladas,
esvoaçantes, calmas, atrevidas
Umas exaltadas, outras mais contidas….
Todas entraram janela adentro…
desvairadas,
agitadas…
Fizeram-lhe cócegas;
desmanchou-se em risos
puxaram a gravata
os bolsos das calças
desgrenharam-lhe a cabeleira grisalha e farta…
“Doidas”- murmurou  rindo.
Tanta mariposa de papel !
Um rancho delas …
Com o mesmo alvoroço com que tinham vindo, foram…
 Silêncio .
E os olhos dele ficaram pregados no edifício do outro lado da rua
 Os sons haviam cessado na escola de música… terminara a animação.
Ficou assim; alienado … até que avistou uma jovem a sair.
Seguiu-a, debruçou-se para a rua até vê-la desaparecer.
Ficou pensativo….
No dia seguinte permaneceu mais atento, no outro, no outro e mais o outro…
Dava-lhe um gozo tremendo vê-la chegar, vê-la partir… meio despida, meio vestida…
Jovial, feminina, descontraída… ora só, ora acompanhada …
-Rómulo, hoje temos visitas, não te esqueceste, pois não?
-Sim…não, é verdade…! - tartamudeou distante .
Sentado na cadeira, braços abertos
 dobrados pelos cotovelos,  apoiados no peitoril da janela
 e dedos entrelaçados, o queixo fincado no ponto médio do cruzamento das mãos anafadas.   
- Senhor doutor, o pequeno almoço já está na mesa.
-Sim? Obrigada, Vou já. – outra resposta  distante.
Logo cansou-se daquele deslumbre;
“ Hoje vamos nos encontrar!”
Um nervosismo miudinho tomou conta dele;
desceu as escadas a correr,
matreiro esperou que a garota saísse.
Havia muita gente na rua àquela hora.
Tomara que a mulher não o chamasse
nem a empregada o atormentasse.
Lá vinha ela; as short´s  não muito curtas
assentavam-lhe bem, a mochila ao ombro
a túnica rococó acompanhava o tamanho dos calções
Cabelos louros e lisos flutuantes, óculos de sol Ray Ban. Sandálias turcas
Bijutaria ao peito, nos pulsos, nos dedos….nas orelhas
Primeiro deteve-se  a  uma certa distância,
o resto  do mundo eclipsou-se… esfumara-se
Desesperado, simulou distracção fortuita e chocou com ela.
Alguns livros caíram, ele prontamente apanhou-os
e desculpando-se entregou-lhos.
A  jovem sorriu e o reflexo dos dentes alvos e simétricos
estontearam-no.
Atarantado convidou-a a tomar café.
Ela amavelmente rejeitou …outro dia…quem sabe
mas sugeriu-lhe que fossem até ao parque,
Ponto de encontro com alguém. ..
Perguntou-lhe logo o nome:
-Daniela.
Enalteceu o bom gosto dos  pais dela.
Apresentou-se com uma vénia:
-Rómulo, um admirador discreto e secreto.
A rapariga, de repente, em gestos sensuais libertou o rosto dos óculos
Rómulo fitou -a com pasmo e estupefacção; que semblante completo e fresco!
Os olhos ramalhudos, que perdição…, amêndoa avelã, ou ocre mel.
- Como bailarina deve ser excepcional!
Um jovem chamou-a e desfez-lhe a curiosidade de saber coisas… mais e mais ….
- Tenho de ir, Sr. Rómulo.
– Já?! Outro pormenor, trate-me apenas pelo nome, agradecido.
- Volto amanhã, encontramo-nos por aqui!
Atordoado com um raio de sol agudíssimo que lhe manchou a face
ou a promessa de voltar a vê-la
rodou nos calcanhares e o rosto voltado para o céu numa bebedeira de inspiração.
E passaram a encontrar-se com regularidade, ali, no parque
enquanto a jovem aguardava a chegada do mesmo rapaz.
 Foi assim durante  algum tempo, sob o sol e a chuva da mesma estação que trocaram impressões, riram, conjecturaram, desabafaram….
 Feitiço certeiro aniquilou a realidade do poeta
e deu a beber uma taça de cegueira pura.
Certo dia anunciaram:
- Senhor doutor, há um rapaz que lhe quer falar.
- Um rapaz? Mande entrar.
A senhora saiu sem fazer ruído e o jovem entrou
Rómulo, ergueu o rosto sem prestar atenção ao estranho,
atafulhava o caderno e a caneta dentro da gaveta.
- A que devo a sua presença?
Foi  quando prestou mais atenção que tudo nele  lhe pareceu familiar:
Alto, imberbe, olhos grandes e brilhantes
pele sedosa, cabelo médio,  
espadaúdo….descontraído
garboso… brioso
- Já nos conhecemos… ? questionou o poeta
- Sou o namorado da Daniela.
Rómulo pôs-se de pé num ápice;
- Que deseja de mim?
- É muito simples, ainda não se cansou de a tentar seduzir?
- Que insinua?
- Poupe-me ao seu cinismo, todos os dias no parque à espera dela, eu observo e vejo-o
como um animal a farejar a presa.
- Atenção rapaz, haja respeito, cuidado com a língua, sabe a quem se dirige?
- O senhor é que me deve respeito; não se meta na minha vida privada. A  Daniela tem apenas dezassete anos e é minha namorada. Podia ser um parente longínquo dela…um avô …
- Que história sem graça…
- Sei que é poeta de renome mas isso não me afecta, nem me compra por aí, as mulheres rendem-se e confundem o homem e o vate, tem fama , glória e o mundo aos seus pés…
- Está com inveja?!
- Não! Quantas vezes o que escreve nem se harmoniza com o que pensa, diz e faz…
-Não vou ser insultado na minha própria casa!
- A Daniela é minha namorada!
- Mas ela sente prazer em estar comigo…receia que a roube?
- Não tenho nenhum medo, conheço-a bem  e falta pouco para esses “encontrozinhos” terminarem. Ela simpatiza consigo, admira-o,  apenas e só, essa mania de erotizar tudo…
 como se todas as mulheres quisessem envolver-se consigo…
- Mas ela deseja-me, sinto isso!
- Velho tonto, não confunda  as coisas…
 - Rua, rua !- bradou de olhos esbugalhados
O jovem retirou-se e bateu a porta.
- Rua , desparece, fedelho nojento! Morde-te  de inveja, grande burro,
 não és nada, eu figuro na História, na intemporalidade
sou imortal e tu parvo? – praguejou  encrespado
- Senhor, que aconteceu? Está a tremer ! Já lhe trago água com açúcar.
Assaz perturbado, decidiu  que teria de falar com a rapariga o mais urgente possível.
Não seria qualquer Joãozinho que o intimidaria, se o outro queria braço de ferro, iria tê-lo!
Sem mais delongas, foi ter ao lugar habitual, esperava-a impaciente
Consultou o relógio, faltava tanto tempo…. Voltar para casa não, nem pensar!
Girou por ali, passeou, tentou distrair-se, esquecer que uma boca
mordia-o por dentro, angustiado voltou ao banco.
Perscrutou de novo o relógio, ainda faltavam cinco minutos… mais uma eternidade.
Tentou aquietar-se, porém, não parava de mexer nos bolsos  do casaco….
Ajeitou a gravata inúmeras vezes, os colarinhos da camisa, escovou com as mãos
as calças…. Examinou os sapatos brilhantes , revirou os pés, aparentemente estava pronto.
- Olá, bom dia!
Levantou-se abruptamente
- Bom dia Daniela.
Cumprimentaram-se com dois beijos, ele não cabia em si de contente.
- Gosta mesmo deste parque!? E tem razão para isso. Um lugar apaziguador, relaxante, vem muito aqui buscar inspiração para escrever…
- Não é só a paisagem que me inspira aqui…
- Não?
- É mais por si…- desatou o nó da gravata
- Também sirvo de inspiração?!
- Nem sabe o quanto….
- Diga-me o quanto…
- Estou apaixonadíssimo  por si - declarou de chofre
e segurou a mão dela.
- Rómulo, tenha  calma, você está a confundir tudo!
- Que quer dizer? Não sente nada por mim?!
- Não é bem assim, sinto por si um carinho especial, uma amizade pura e verdadeira…
- E desejo?
- Não! Nem podia, amo o João!
- O João é um rapaz sem interesse ….
- Está enganado, não julgue sem conhecer primeiro.
- Desculpe. Fui precipitado. Não considere este meu lapso.
- Com certeza, somos  amigos.
- Amigos… – pronunciou num tom murcho.
- Quando nos voltaremos a ver? Quero visitar museus, cafés, conhecer outros lugares na sua companhia, estou farto deste parque…
- Lamento mas hoje vim  despedir-me de si, eu e o João vamos sair do país.
O João foi convidado para desenvolver um trabalho de pesquisa estrangeiro, acerca de textos bíblicos. Eu vou acompanhá-lo, o que faço aqui, posso continuar a fazer lá.
O poeta estremeceu de desencanto, petrificou e clareou marmóreo.
Daniela abraçou-o e comentou rindo:
-Não fique assim, por favor, prometa que vai cuidar de si e nada de se deixar enredar nas malhas de qualquer oportunista. Fique bem, eu também vou ficar, darei notícias. Adeus.
- Adeus menina linda, que pena …
Daniela saiu do parque apressada, o poeta esperou que ela acenasse pela última vez,
 só depois  tornou a sentar-se pesado no banco,
 curvou-se ,
 apoiou os cotovelos nos joelhos ,
e enterrou a cabeça nas mãos abertas.


PN

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Coisas de "Moscas"



O asfalto inclina
a Mosca reduz o andamento
depois…
pela frente quilómetros de estrada lisa, alongada…
indefinidamente a direito
…. ao comprido.
Lá vai ela ao volante do seu volvo….
Maxilares a torcer,
numa mastigação lenta de qualquer porcaria encontrada…
acelera, liga o rádio, desagradada da musica tocada
desliga num gesto agressivo.
Mais à frente encontra um desvio
um largo conspurcado de latas vazias,
de papéis surrados , plásticos adiposos e os outros em circunstâncias iguais…
Puxa o freio rapidamente, a máquina derrapa, treme, guincha.
A Mosca, numa elegância desmesurada
apeia-se, contorce-se molemente.
Traje negro, transparente e justo, decote marcado
Sorriso habilidoso quase sobranceiro.
Atira a cabeça para o alto
os cabelos finos e escorridos descrevem uma curva
olhos escuros breu, cor do carvão
mortíferos como punhais frios
destilam uma maligna sedução.
Caminha sem pressa, as coxas bamboleiam roliças
Saltam fartas e roçam-se uma na outra.
Aguarda-a a rainha Vareja;
tacão altíssimo e verniz estilhaçado.
A Anã antecipa apressadamente o abraço
mas o cumprimento não desmancha a imperturbável “Vareja”.
Insolente, vaidosa imperatriz do lixo costurado
solta um grunhido descrente, o rosto incha de tão pérfida maldade
Por ali, além do suspense, as fumarolas arrotam baixinho
pressentindo a esgrima da cena.
A” Vareja” de mãos à cintura, a Anã de lábios espremidos
Sua majestade de peruca desgrenhada, palácio da furna…
A rasteira, rosto altivo, cabelo empapado, nariz empoado.
Toma a palavra a suprema hierarquia:
Voz forte, altifalante ligado,
estrídula , sibilante
e áspera…
Treme o deserto e a mosca Anã a “desaparecer”….
esmagada e triturada, escancara as narinas
baixa os cílios no auge da exaltação ,
Plagia a postura da mandante e ligeiramente nervosa
altaneira e contrafeita
tom esganiçado , rápido
lamuria-se em falsete:
- Eu sou sempre a má da fita, a falsa, a embusteira, logo eu que me esmero tanto…
Sua alteza, torna-se sombria e desfia metálica:
- Aborto mal parido
Cigarro apagado
Dente furado
Não tomas a palavra sem antes consultar a minha!
A mosca Anã desafia as alturas:
- Dizem por aí que não passas de um monte de estrume!
Mais endoidecida e afogueada que nunca
aponta canhões
dispara espingardas
viola fronteiras
A raiva em faúlhas a coser por dentro
o dedo em riste:
- Sai daqui indigente, este lugar é meu, por sufrágio
universal direto!
Excomungada, coisa tirana, leva as tuas coisas, busca outra casa,
Aqui não entras mais!
Humilhada no mais fundo de si, a mosquinha recompôs-se da ira e em pranto se desfaz:
- Não acredito que me estás a expulsar! Eu sempre te defendi….sempre! e é assim
que pago pelo mal que não fiz?!
Dobra-se toda em altos soluços…
- Ai meu deus, que mal fiz eu?…são as outras…não vês que são as outras …
que fazem tudo e te colocam contra mim?!
Rosnando algo condoída, revoltada por sentir-se a retroceder….
Remói, salpica a salada da vida, mexe muito bem, rala tudo mental mente …
espia a outra; continua prostrada, lavada em pranto
Indecisa e confusa, desata irrefletida:
- Chega de carpir, levanta-te!…. A culpa não é só tua… ficas cá mas livra-te
de me enfrentares mais !
- Alteza ….- ia começar a Anã.
- Vá, deixa-te de lábias, tenho assuntos mais importantes a tratar!
Enquanto a mosquinha se dirige ao carro, a Vareja, fixa-a inquieta,
desconfiada das suas boas intenções…
Mal se ajeita no assento do volvo, limpa o rosto, liga a ignição, já distante, ri-se,
primeiro baixinho, mas livre e longe da outra, gargalha e até uiva;
por fim murmura raivosa:
-Velhaca! Um dia lixo-te!
Lá atrás, no descampado, parada, fica a Vareja
a cogitar, com  os olhos pregados  na estrada por onde partira
a anã:
“ Vai para o diabo, se julgas que vais longe, estás enganada… aqui, não voltas nunca mais!”  

PN 11 de Julho 2014

Nota- Fotos da Internet que foram algo tratadas por mim através do photoshop.

sábado, 21 de junho de 2014

Tanto Para Conversar

Tanto Para Conversar





Sexo e sexualidade- Não deixe de assistir

"A medicação é para ser usada quando ela tem efeito, quando ela serve um propósito,quando ela serve para melhorar a vida da pessoa, caso contrário vem trazer mais problemas.
O paradigma, ou seja o entendimento que é tido, ou que está a ser vigente sobre sexualidade, se não for alterado, é muito complicado.
A sexualidade é qualquer coisa vasta, evidentemente que o pénis não é o único orgão que sente, não é o único orgão que tem prazer, dá prazer, ele tem prazer de muitas maneiras- isto não se pode dizer exclusivamente quando há um problema, tem de ser dito sempre,tem de ser dito para todos, tem de ser dito nas escolas.
Um beijo e uma carícia também é um acto de sexualidade. Este acto é procurado e desejado por muita gente, as pessoas não têm, porquê? o medo da perfomance ...está a haver confusão acerca do que é sexo e sexualidade. É muito estranho...mas estamos numa sociedade muito falocêntrica( a função do pénis). E tudo o resto?Tudo o resto que é necessário trabalhar?A disfunção erétil é uma situação de crise e sofrimento mas pode ser também uma ocasião de crescimento, vamos lá desmontar o que é a questão da sexualidade....tem os carinhos, tem a envolvência...Os mitos que os jovens têm que estão quase todos centrados na importância da perfomance e do tamanho...o pénis tem que servir...coitadinho do pénis. As mulheres quando se estão a queixar , não se estão a dizer que o pénis é pequeno ou grande, estão a querer dizer o que aquela pessoa não faz com medo do pénis que tem. O problema da ejaculação precoce, maior que a rapidez com que aquela pessoa ejacula, é a forma como encara esta dificuldade. O medo de que isso possa acontecer é tão grande que se esquece completamente que está com uma pessoa, esquece-se completamente das carícias, do encontro...de tudo o que pode fazer com esta pessoa. Acabou o encontro do pénis com a vagina e acabou o encontro daquelas duas pessoas e aí sim, a tensão, o mal estar, a forma como os dois .... não há diálogo, não há mais nada...é uma frustração muito grande, foi porque ele teve uma ejaculação precoce?Não! Foi porque nada aconteceu para além da relação do pénis. os seres humanos têm muitos centímetros quadros de pele, pele que sente, pele que pode dar prazer e pele que tem prazer...e o pénis é só uma parte destes centímetros quadros todos, muito pequenina. A vida sexual não é só a relação entre o pénis e a vagina. Os jovens andam sempre a espreitarem-se, a ver quem tem um pénis maior e é muito transmitido culturalmente, Nós estamos neste momento a ter uma massificação da sexualidade, centrada na função...que é uma coisa brutal...os mitos que alimentam isto tudo mantêm-se" ....e veja porque há mais ...e outros aspectos que lhe podem ser úteis." ___


Nota: Não esqueçam de abrir o vídeo e irão constatar que o texto não é da minha autoria.  

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Ponta afiada


Para aqueles amigos que são tão amigos que me confundem com o balde do lixo! Façam o favor de não vomitar sistematicamente em cima.... isso cansa, satura, enoja. Falem-me de pássaros, de montanhas, de árvores, de sorrisos felizes, de risadas, de brincadeiras... e rolar na terra e sujar-se nela...Nem tudo é mau, feio e cinzento...não tenho de estar a ouvir birras de gente adulta, má disposição, mau humor, queixinhas diste e daquilo....

O segundo recado é para aqueles que são malabaristas, trapezistas, ginastas,muito espertos,cheios de bom humor; mordazes e meigos, conforme o andar da carruagem, muito gananciosos, cheios de truques , manhas e jogos de cintura; rosto de múltiplas faces, egoístas, utilizam a amizade para se movimentarem no meio.... mentem com a boca cheia de verdade. Auto promovem-se, publicitam-se a si e à família; em casa é tudo maravilha, um conto de fadas, de fazer inveja a qualquer um... Riem-se dos outros mas odeiam que lhes façam o mesmo....no fundo são tão frágeis, não suportam críticas, não suportam discussões, não suportam ser postos em causa.Tudo neles é perfeito. Enganam os incautos, os imberbes...


PN

sábado, 24 de maio de 2014

Sodium Laureth Sulfate



PARA A VOSSA BOA SAÚDE!

Devem procurar o nome do composto em inglês: Sodium Laureth Sulfate nos champôs e gel de banho.

Aos produtos abaixo identificados juntam-se o gel de banho da Sanex, os sabonetes líquidos do Carrefour e Feira Nova (produtos brancos) e o shampoo da Dove.



Verifiquem se entre os ingredientes do shampoo que usam há uma substância chamada 'Lauril Sulfato de Sódio' ou LSS. 

Esta substância faz parte da composição da maioria dos champôs pois os fabricantes utilizam-na por ela produzir muita espuma a baixo custo. No entanto o LSS é usado para lavar chão de oficinas (é um desengordurante).



Verifiquei que outras marcas como: VO 5, Palmolive, Paul Michell, Organics, Revlon Flex, Dimension o novo Herno Klorane champô, e muitas, muitas outras, contêm esta substância.

Ligou-se para um destes fabricantes,e foi-lhes dito que eles estavam a usar uma substância cancerígena. 

Eles concordaram com a afirmação, mas disseram que não podiam fazer nada pois precisavam dela para produzir espuma. 

A pasta dentífrica Colgate (bubbles) também contém LSS. 
Várias pesquisas têm mostrado que nos anos 80, a probabilidade de contrair cancro era de 1 em 8.000 e nos anos 90 era de 1 em 3, o que é bastante grave. 
Espero que tomem esta advertência com seriedade e a partilhem com as pessoas que conhecem, talvez possamos parar de 'espalhar' por aí o 'vírus' do cancro, evitando comprar champôs que contenham o LSS - Lauril Sulfato de Sódio, até que os seus fabricantes tomem a providência de substituir este componente por outro que não prejudique a saúde dos seus consumidores. 

Por favor passem esta informação para o maior número possível de pessoas que isto não se trata de uma corrente, mas de uma preocupação com a nossa saúde.' 
Faculdade de Ciências e Tecnologia 

Universidade Nova de Lisboa

Dr.ª Catarina Roriz

(Enviado por correio eletrónico) 
Quem quiser divulgar,divulgue e faça-o como entender !

segunda-feira, 19 de maio de 2014

ALERTA A TODOS OS HUMANOS!


 HIPERTENSÃO!

Sendo hoje o dia da hipertensão arterial, estou aqui a ler no jornal que especialistas recomendam, que todas as crianças a partir dos três anos devem medir a pressão arterial, nas consultas de vigilância médica. Alertam para o aumento de casos de hipertensão na infância e na adolescência. Segundo A Sociedade Portuguesa de Pediatria, a hipertensão é um factor de risco importante e potencial de doença cardiovascular e de doença renal em qualquer idade.
Nos adultos é estimado um valor de 2,3 milhões de portugueses afectados, 42%, mas 25% não estão a ser tratados. Destes últimos 71% são pessoas com menos de 35 anos que não sabem que sofrem desta doença silenciosa, cujo principal factor de risco é um AVC.


( Artigo retirado da Net)