sábado, 6 de setembro de 2008

O Cavaleiro Monge de Mariza




Queixume

Escuta o eco da minha voz
Não tenho ninguém
Estou só
nem recordo onde nasci

Odeio esta selva assombrada
A paz não chega aqui...não dúvido
Sinto-me vazio,sem mim,sem nada
Nem guardo a tua canção ao ouvido

Hei-de traçar a bonança
nos campos onde passar
e pela força conquistar tudo o que desejar

Que meu irmão Vento traga a dança
e num rasgo de fúria iremos Navegar
na tempestade do Cabo da Boa Esperança

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