quarta-feira, 24 de junho de 2020
segunda-feira, 22 de junho de 2020
Grande parangona
Imagem de um filme " A tempestade" - NET
Amedrontados com o forçado anacronismo
Dos argumentos eruditos e sapientes
A terra, fica a perder com a criação
Deste abocanhar constante e desavergonhado
Como se não pudesse aflorar
À memória colectiva, algo semelhante, em chuveiros de gaz
Sob ordens dementes, marchas de soldados drogados.
A audácia carece de atos extraordinários
De ousadia, contrária a este entorpecimento,
Esta escravidão a que submetem os mais incautos
Ou os que se servem inescrupulosamente das contrapartidas
A pulga, mexe e remexe atrás da orelha, há quem a sinta,
Mas acredite em especulações prontas a vender.
Nada como uma moléstia complexa e incaracterística
E assim o quintal é varrido por um vendaval desconhecido,
e a população atirada ao chão.
Após uma, há-de chegar outra, sem comprometer
Os donos desta farsa infame e mal encarada
À viva força de repetir uma cartilha bem estudada
torna-se verosímil!
E esta amofinação a que nos querem submeter
Que abalo histórico, um verdadeiro maremoto !
Um levantamento gigante, engendrado por nuvens sinistras
Tão cedo auspícios menos enganadores, não seráo possíveis
Quem irá sarar as sequelas daqueles que, não obstante,
Ainda conseguem ruflar, dobram a espinha,
amolgam-se para endireitar?
Apesar do ruído confuso, o medo despersuade
Paulatinamente os mais sinceros, honestos , honrados
Nesta panóplia de jogos pautados por riscos incomensuráveis.
PN
Amedrontados com o forçado anacronismo
Dos argumentos eruditos e sapientes
A terra, fica a perder com a criação
Deste abocanhar constante e desavergonhado
Como se não pudesse aflorar
À memória colectiva, algo semelhante, em chuveiros de gaz
Sob ordens dementes, marchas de soldados drogados.
A audácia carece de atos extraordinários
De ousadia, contrária a este entorpecimento,
Esta escravidão a que submetem os mais incautos
Ou os que se servem inescrupulosamente das contrapartidas
A pulga, mexe e remexe atrás da orelha, há quem a sinta,
Mas acredite em especulações prontas a vender.
Nada como uma moléstia complexa e incaracterística
E assim o quintal é varrido por um vendaval desconhecido,
e a população atirada ao chão.
Após uma, há-de chegar outra, sem comprometer
Os donos desta farsa infame e mal encarada
À viva força de repetir uma cartilha bem estudada
torna-se verosímil!
E esta amofinação a que nos querem submeter
Que abalo histórico, um verdadeiro maremoto !
Um levantamento gigante, engendrado por nuvens sinistras
Tão cedo auspícios menos enganadores, não seráo possíveis
Quem irá sarar as sequelas daqueles que, não obstante,
Ainda conseguem ruflar, dobram a espinha,
amolgam-se para endireitar?
Apesar do ruído confuso, o medo despersuade
Paulatinamente os mais sinceros, honestos , honrados
Nesta panóplia de jogos pautados por riscos incomensuráveis.
PN
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Edgar Morin
Por F. L
Segundo Edgar Morin ; Isto já não vai lá com uma revolução. É preciso uma drástica mudança de paradigma.
É um filósofo muito conhecido e tem um livro publicado que se intitula :
" Mudemos de via"
Esta globalização muito assente em paradigmas econômicos.... temos que criar aqui uma eco política e nós próprios também temos de começar a mudar os nossos estilos de vida e encarar as nossas relações interpessoais de uma forma diferente, uma era humanista, fala das várias solidariedades que devem ser criadas entre grupos mas depois de indivíduo para indivíduo, deve partir de cada um de nós...
Segundo Edgar Morin ; Isto já não vai lá com uma revolução. É preciso uma drástica mudança de paradigma.
É um filósofo muito conhecido e tem um livro publicado que se intitula :
" Mudemos de via"
Esta globalização muito assente em paradigmas econômicos.... temos que criar aqui uma eco política e nós próprios também temos de começar a mudar os nossos estilos de vida e encarar as nossas relações interpessoais de uma forma diferente, uma era humanista, fala das várias solidariedades que devem ser criadas entre grupos mas depois de indivíduo para indivíduo, deve partir de cada um de nós...
quinta-feira, 11 de junho de 2020
segunda-feira, 8 de junho de 2020
Palavras de um coletivo consciente
Acredite se quiser! "Não há fumo sem fogo". Que futuro nos reserva, esta panóplia crescente de tecnologia e mais tecnologia. E a Fome e a Miséria, portas adentro?! Além de outras muitas misérias. Meu Deus, em que mundo vivemos?
A tecnologia 5G é uma catástrofe desastrosa para a saúde, e pode trazer o apocalipse. A isto chama-se, má ciência.
( O texto não é só meu )
( O texto não é só meu )
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Por G. A.
" Como muito bem disse o presidente do Tribunal Superior Federal ,Luís Roberto Barroso, respondendo ao disparatado; é preciso armar o povo de Bolsonaro sim, é preciso armar o povo de Educação, Ciência e Cultura. Eliane Brum ,autora do livro, "Brasil construtor de ruínas ". E colunista no "El País "lançou um aviso : Bolsonaro é um problema do planeta , não só do Brasil. "
Nota minha : Subscrevo o argumento acima, acrescento, não só para o Brasil, à escala planetária. E acrescento outro pormenor que considero importante; Educação, Ciência e Cultura, e , primeiro que tudo isto, introduzido logo nas escolas; Saúde Mental! Um plano para salvar cabeças!
De nada servem as outras se a principal falha !
Jornalista- " Olhamos agora para a informação, para as notícias, a nossa matéria prima diária, é verdade que a tendência já vem de trás, nesta pandemia acentuou-se, claramente, somos bombardeados com números, gráficos, estatísticas, mas já chegamos a um ponto que a informação não produz necessariamente conhecimento."
" Sim, temos que pelo menos sobreviver ao tsunami e não estou a falar da onda pandémica , nem sequer a tempestade economia e financeira que temos a noção real do quão gigantesca poderá ser. Estou mesmo a falar do ritmo avassalador de informação que paradoxalmente nos confunde, é galopante, não vai parar, vai até agravar-se exponencialmente com o aumento do acesso digital e com a perspectiva da implementação do 5G, Jesse Smith, da Google, uma das pessoas que pensa melhor sobre estas coisas, lembra que nos últimos dois anos foi conhecida tanta informação como em toda a história da humanidade até 2003, não fica por isso difícil imaginar que chegaríamos a uma altura em que nós, humanos, perderíamos o controlo e a capacidade de assimilar aquilo que é produzido, daí a importância crescente da análise de dados e da gestão da informação. Um ponto óptimo na relação e na quantidade de informação e produção do conhecimento, há muito que terá sido ultrapassado, quanto mais informação for chegada, se ela não tiver filtro de explicação e contextualização, pior será para a apreensão do conhecimento.
Nota minha : Subscrevo o argumento acima, acrescento, não só para o Brasil, à escala planetária. E acrescento outro pormenor que considero importante; Educação, Ciência e Cultura, e , primeiro que tudo isto, introduzido logo nas escolas; Saúde Mental! Um plano para salvar cabeças!
De nada servem as outras se a principal falha !
Jornalista- " Olhamos agora para a informação, para as notícias, a nossa matéria prima diária, é verdade que a tendência já vem de trás, nesta pandemia acentuou-se, claramente, somos bombardeados com números, gráficos, estatísticas, mas já chegamos a um ponto que a informação não produz necessariamente conhecimento."
" Sim, temos que pelo menos sobreviver ao tsunami e não estou a falar da onda pandémica , nem sequer a tempestade economia e financeira que temos a noção real do quão gigantesca poderá ser. Estou mesmo a falar do ritmo avassalador de informação que paradoxalmente nos confunde, é galopante, não vai parar, vai até agravar-se exponencialmente com o aumento do acesso digital e com a perspectiva da implementação do 5G, Jesse Smith, da Google, uma das pessoas que pensa melhor sobre estas coisas, lembra que nos últimos dois anos foi conhecida tanta informação como em toda a história da humanidade até 2003, não fica por isso difícil imaginar que chegaríamos a uma altura em que nós, humanos, perderíamos o controlo e a capacidade de assimilar aquilo que é produzido, daí a importância crescente da análise de dados e da gestão da informação. Um ponto óptimo na relação e na quantidade de informação e produção do conhecimento, há muito que terá sido ultrapassado, quanto mais informação for chegada, se ela não tiver filtro de explicação e contextualização, pior será para a apreensão do conhecimento.
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