...Que dizer-te? Não
encontro nenhuma palavra...
nem certa, nem errada...apenas este desconsolo
um imenso desconsolo...
e o peso do madeiro
a naufragar em mim...
agulhas ferruginosas
tortas ...como eu
não me sustento de pé
bamboleio...periclitante...
O que fui e o que sou?
Em que me tornei...?
Uma amálgama de ossos oxidados
e a minha boca?
sabe a seco...
língua desarticulada
num quarto estranho
tão perto da morte...
Que dizer-te? Não sei...não sei ...
Amanhã vem mais cedo e leva-me contigo!
nem certa, nem errada...apenas este desconsolo
um imenso desconsolo...
e o peso do madeiro
a naufragar em mim...
agulhas ferruginosas
tortas ...como eu
não me sustento de pé
bamboleio...periclitante...
O que fui e o que sou?
Em que me tornei...?
Uma amálgama de ossos oxidados
e a minha boca?
sabe a seco...
língua desarticulada
num quarto estranho
tão perto da morte...
Que dizer-te? Não sei...não sei ...
Amanhã vem mais cedo e leva-me contigo!
P.N.