Vai, vai à fonte!
estanca a água forçada a escorrer…
caudal de gemidos, filhos malquistos da nação!
Cava regos escorraçados,
desenfreado desespero à procura de tecto, paz e pão
tanta fartura empapada
vergonha da alta nobreza, agarrada à sua razão!
E a água desamparada
sem lugar para escoar
abatida à partida …
atraiçoada pelo irmão
continua a correr e a
ferida a sangrar !
Foge, foge da fonte endiabrada
que ninguém a vai fechar?!....
PN

