"A morte de Marat" por Jacques - Louis David 1793
( Outra versão encontrada na NET)
Depois de mim, máquinas
e homens
hão-de rasgar novas estradas
novos caminhos e outros abismos.
No lugar dos postes de luz
santos mártires de braços abertos
olhos enfermos, fixados em nós
confusos e
desorientados…
…cordões ao pescoço com santas desoladas,
cabeças erguidas, em
oração lavadas
Alguém me há-de atraiçoar
desamparada, nos tropeções da queda ,
por fim, o corpo há-de
terminar
na fundura do pó e do nada;
a alma, se destinada a se salvar, buscará o tal sagrado
lugar…
( Inspirado num sonho)
Delta Nascimento (através do Facebook)
Nota: a fotografia seleccionada é da autoria da pessoa que escreveu o poema