Sou um pássaro ansiando voar para os confins
um grito perdido na lonjura da noite
um raio de sol escondido atrás da colina assombrada
uma manhã escura de Outono
uma alma mergulhada no silêncio ruidoso do meio-dia
a incerteza constante
Pai, dá-me um pouco dessa luz
para seguir a minha estrada
Meu sofrimento atroz goteja
orvalho cristalino
Não permitas que viva nesta angústia
Pai,que eu finde em lugar do prisioneiro inocente.
Publicado em 81