Neste blogue além da prosa , consta poesia escrita desde 2007
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Um fim de tarde
A tarde rompe silenciosa curvada, recolhida e sensata Ausente deixa-se cair e penosa canta baixinho uma serenata. Não posso calar a mágoa que no peito trago a arfar. Sinto labaredas a fluir O cabelo a incendiar mesmo debaixo de água. Publicado em 91