Alguém levou a planta para fora e depositou no lugar errado,
a pobre planta sentiu a transmutação...
nem poderia ser de outra forma,
fora do sítio próprio, imagina-se...
mirra, definha e some-se ...
Quem a deixou lá, nunca mais se lembrou de saber... do seu estado.
Agora é tarde, que engano, grande engano,
negligenciar uma planta com vida,
uma vida por viver... ainda jovem, a meio da caminhada, tanto para mostrar...
O canto dela ficou mais vazio e mais pobre,
presença insubstituível.
Que desterro!
E os que passam por lá; memória curta; nunca a viram!
Cega gente!
PN