Encontro frequentemente o beijo de Judas. Ele espreita o meu rosto, vem acariciar a pele macia; sinto um roçar de casco duro tocar, lança um sorriso manhoso, dos olhos, um frio metal a fingir de ternura e uma fisionomia revestida de candura.
Digo para mim; foge depressa dessa coisa ruinosa, pegajosa e mentirosa porque está na moda mentir; e está na moda ser manipulado e gostar de ser manipulado para ficar do lado de dentro , ainda que seja obscuro.
PN